O plano da conta: o produto que puxa a operação, os públicos prioritários, como a comunicação precisa mudar, a estrutura de campanha no Meta, o funil de qualificação antes da visita técnica e os indicadores que dizem se está funcionando.
A Space tem duas frentes de produto, com ciclos de venda muito diferentes. Concentrar a verba na frente mais rápida é o que faz a conta gerar aprendizado — e caixa — antes de abrir a segunda.
O mesmo serviço resolve dores diferentes. Cada recorte pede uma abordagem própria de criativo e de oferta — mas todos passam pela mesma triagem antes de virar visita técnica.
Galpões, indústrias, distribuidoras e comércio com estoque relevante. A dor é o prejuízo direto de uma invasão e o custo de um alarme que ninguém mais atende. Público prioritário: ticket maior e melhor encaixe com a tecnologia.
Recorte levantado na reunião e ainda não explorado. A dor não é patrimônio, é ausência — a casa fechada por dias. Comunicação de tranquilidade, com sazonalidade clara em férias e feriados prolongados.
Casas em área de risco e condomínios que já têm câmeras, mas sem inteligência nenhuma por trás. Argumento central: a estrutura que já existe passa a prevenir, em vez de só registrar o que já aconteceu.
A mensagem que a Space vinha usando gerava o efeito contrário: o cliente entendia que tinha alguém assistindo à casa dele o tempo todo. O reposicionamento resolve isso e ainda destaca o que a concorrência não tem.
“Monitoramento 24h” · “nossa central está observando você” — lido como invasão de privacidade e não diferencia a Space de nenhum concorrente.
“Monitoramento inteligente” — quem observa é a IA, e só quando alguém cruza a linha virtual. O que a Space entrega é tranquilidade, não vigilância.
A inteligência reconhece pessoa cruzando a linha virtual fora do horário armado. Isso ataca a dor histórica do setor: tanto alarme falso que a polícia deixou de atender.
A linha virtual dispara na aproximação da porta ou do muro — não depois que já entraram. É a diferença entre prevenir e registrar o prejuízo.
Recursos de segurança máxima que quase nenhum concorrente em Minas oferece. Funcionam melhor em vídeo do que em texto: precisam ser mostrados.
As duas frentes rodam em paralelo porque medem coisas diferentes: uma gera volume barato, a outra gera lead qualificado mais caro. Comparar as duas com o mesmo período é o que define para onde a verba migra.
A visita técnica presencial é obrigatória antes de fechar — o técnico precisa avaliar pontos críticos e contar câmeras para dimensionar o pacote. É também a etapa mais cara da operação, e por isso a triagem tem que vir antes dela.
Criativo com o diferencial certo, para o recorte certo, dentro do raio que a equipe atende.
Conversa no WhatsApp ou formulário da landing page. É a métrica que o relatório chama de contato.
Chat de pré-qualificação antes do atendimento humano: tipo de imóvel ou empresa, região, urgência e envio de foto ou vídeo do espaço. Quem não faz a triagem demonstra baixo interesse — e não vira deslocamento de equipe.
O vendedor fala só com quem passou no filtro, com abordagem consultiva e o contexto do lead já registrado no RD Station.
Avaliação presencial dos pontos críticos e da estrutura existente, com dimensionamento do pacote.
Instalação do zero ou aproveitando as câmeras que o cliente já tem, mais a mensalidade de monitoramento.
O raio de segmentação não é uma escolha de marketing — é uma restrição operacional. Anunciar onde a equipe não consegue chegar gera contato que nunca vira contrato e ainda encarece a média.
A direção combinada é clara: qualidade acima de volume. Poucos leads bem trabalhados, para a equipe comercial não afogar e conseguir crescer junto com a demanda.
Campanha do produto âncora no ar, landing page integrada ao CRM e pixel medindo. Etapa concluída.
Comparar mensagem × landing page, ajustar criativo para o novo posicionamento e colocar o chat de qualificação em pé.
Subir verba na frente que provar melhor custo por contrato, ampliar raio e abrir a frente de varejo.
O relatório em tempo real do portal mostra os números de mídia. Mas o que decide a estratégia é a leitura conjunta com o que acontece depois do contato.
A métrica-norte. Todas as outras existem para explicar por que essa subiu ou caiu.
Quanto custa fazer alguém levantar a mão. Comparado entre a frente de mensagem e a de landing page.
Mede a qualidade do público que a campanha atrai. Se cai, o problema está no criativo ou na segmentação.
Mede a eficiência do comercial e do agendamento. Se cai, o problema não está na mídia.
Os números atualizados ficam no relatório em tempo real, e o status de cada encaminhamento fica nas pautas de reunião. Este planejamento é revisado a cada ciclo, conforme os dados forem chegando.